domingo, 27 de novembro de 2011

atividade 4

no começo tive algumas dificuldades pois nunca tinha mexido num blog mas com o passar do tempo fui aprendendo e ví que não é tão difícil, já pelas atividades gostei muito, pois foi uma forma de aprender melhor fora da sala de aula, as leis da física, os planetas e etc

atividade 3

as leis de kepler descrevem o movimento dos planetas do nosso sistema solar, são 3, a primeira descreve o movimento dos planetas em torno do sol, na segunda a linha que liga o planeta ao sol varre áreas iguais em tempos iguais, na terceira existe uma relação entre a distância do planeta e o tempo que ele demora para completar umna revolução em torno do sol

atividade 2

o museu catavento é muito interessante, uma das partes legais é a da origem da vida onde podemos ter uma aula sobre o corpo humano e sobre os outros animais, mas a parte melhor foi da imagem e do som, onde podemos gravar e editar um telejornal

atividade 1

Isso é muito bom, mas o que o brasil precisa é de seu próprio programa espacial, como é muito caro, o brasil deveria se juntar aos países da américa do sul, por exemplo, e assim todos se beneficiarem das pesquisas espaciais, tão importantes nos dias de hoje

terça-feira, 27 de setembro de 2011

VOCÊ REALIZOU 2 POSTAGENS...

SEU BLOG ESTA IMCOMPLETO....
ATIVIDADES EM ORDEM SÓ PRESTE MAIS ATENÇÃO, FIZ UM COOMENTARIO NA ATIVIDADE 3 E CUIDADO PARA NÃO PERDER AS DATAS DE CORREÇÃO.

sábado, 3 de setembro de 2011

Não meu caro eles estão falando sobre as estrelas sim, mas observe bem a definição de estrela e a frase que pumba diz!!!!!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

PROPOSTA 1

MARTE.....!

Marte é o quarto planeta partindo do Sol e é normalmente referido como o Planeta Vermelho. As rochas, solo e céu têm uma tonalidade vermelha ou rosa. A cor vermelha característica foi observada por astrónomos ao longo da história. Os romanos atribuíram-lhe este nome, em honra ao deus da guerra. Outras civilizações deram-lhe nomes semelhantes. Os antigos egípcios chamaram-lhe Her Descher que significa o vermelho.
Antes da exploração espacial, Marte era considerado o melhor candidato para ter vida extra-terrestre. Os astrónomos pensaram ver linhas rectas que se cruzavam na superfície. Isto levou à crença popular que seres inteligentes construíram canais de irrigação. Em 1938, quando Orson Welles transmitiu uma novela por rádio baseada num clássico de ficção científica A Guerra dos Mundos de H.G. Wells, muita gente acreditou na história da invasão dos marcianos, o que quase chegou a causar uma situação de pânico.
Outra razão para os cientistas acreditarem na existência de vida em Marte tinha a ver com as aparentes alterações periódicas de cores na superfície do planeta. Este fenómeno levou à especulação de que determinadas condições levariam à explosão de vegetação marciana durante os meses quentes e provocavam o estado latente das plantas durante os períodos frios.
Em Julho de 1965, a Mariner 4 transmitiu 22 fotografias de perto de Marte. Foi revelada unicamente uma superfície contendo muitas crateras e canais naturais mas nenhuma evidência de canais artificiais ou água corrente. Finalmente, em Julho e Setembro de 1976, as sondas Viking 1 e 2 pousaram na superfície de Marte. As três experiências biológicas realizadas a bordo das sondas descobriram actividade química inesperada e enigmática no solo marciano, mas não forneceram qualquer evidência clara da presença de microorganismos vivos no solo perto dos locais onde poisaram. De acordo com os biologistas da missão, Marte é auto-esterilizante. Eles acreditam que a combinação da radiação solar ultravioleta que satura a superfície, a extrema secura do solo e a natureza oxidante da química do solo impedem a formação de organismos vivos no solo marciano. A questão de ter havido vida em Marte em algum passado distante permanece contudo aberta.
Outros instrumentos não encontraram sinais de química orgânica nos seus locais de poiso, mas forneceram uma análise definitiva e precisa da composição da atmosfera marciana e encontraram traços de elementos que não tinham sido previamente detectados.


Atmosfera
A atmosfera de Marte é bastante diferente da atmosfera da Terra. É composta principalmente por dióxido de carbono com pequenas porções de outros gases. Os seis componentes mais comuns da atmosfera são:

Dióxido de Carbono (CO2): 95.32%
Azoto (N2): 2.7%
Árgon (Ar): 1.6%
Oxigénio (O2): 0.13%
Água (H2O): 0.03%
Néon (Ne): 0.00025 %

O ar marciano contém apenas cerca de 1/1,000 da água do nosso ar, mas mesma esta pequena porção pode condensar, formando nuvens que flutuam a uma grande altitude na atmosfera ou giram em volta dos vulcões mais altos. Podem-se formar bancos de neblina matinal nos vales. No local de aterragem da sonda Viking 2, uma fina camada de água congelada cobre o solo em cada inverno.
Há evidências de que no passado uma atmosfera marciana mais densa pode ter permitido que a água corresse no planeta. Características físicas muito parecidas com costas, gargantas, leitos de rios e ilhas sugerem que alguma vez existiram grandes rios no planeta.
Temperatura e Pressão
A temperatura média registada em Marte é -63° C (-81° F) com uma temperatura máxima de 20° C (68° F) e mínima de -140° C (-220° F).
A pressão atmosférica varia semestralmente em cada local de aterragem. O dióxido de carbono, o maior constituinte da atmosfera, congela de modo a formar uma imensa calote polar, alternadamente em cada polo. O dióxido de carbono forma uma grande cobertura de neve e evapora-se novamente com a chegada da primavera em cada hemisfério. Quando a calote do polo sul é maior, a pressão diária média observada pela sonda Viking 1 tem o valor baixo de 6.8 milibars; em outras épocas do ano chega a atingir o valor de 9.0 milibars. As pressões do local da sonda Viking 2 eram 7.3 e 10.8 milibars. Em comparação, a pressão média na Terra é 1000 milibars.
Atmosfera
A atmosfera de Marte é bastante diferente da atmosfera da Terra. É composta principalmente por dióxido de carbono com pequenas porções de outros gases. Os seis componentes mais comuns da atmosfera são:

Dióxido de Carbono (CO2): 95.32%
Azoto (N2): 2.7%
Árgon (Ar): 1.6%
Oxigénio (O2): 0.13%
Água (H2O): 0.03%
Néon (Ne): 0.00025 %

O ar marciano contém apenas cerca de 1/1,000 da água do nosso ar, mas mesma esta pequena porção pode condensar, formando nuvens que flutuam a uma grande altitude na atmosfera ou giram em volta dos vulcões mais altos. Podem-se formar bancos de neblina matinal nos vales. No local de aterragem da sonda Viking 2, uma fina camada de água congelada cobre o solo em cada inverno.
Há evidências de que no passado uma atmosfera marciana mais densa pode ter permitido que a água corresse no planeta. Características físicas muito parecidas com costas, gargantas, leitos de rios e ilhas sugerem que alguma vez existiram grandes rios no planeta.
Temperatura e Pressão
A temperatura média registada em Marte é -63° C (-81° F) com uma temperatura máxima de 20° C (68° F) e mínima de -140° C (-220° F).
A pressão atmosférica varia semestralmente em cada local de aterragem. O dióxido de carbono, o maior constituinte da atmosfera, congela de modo a formar uma imensa calote polar, alternadamente em cada polo. O dióxido de carbono forma uma grande cobertura de neve e evapora-se novamente com a chegada da primavera em cada hemisfério. Quando a calote do polo sul é maior, a pressão diária média observada pela sonda Viking 1 tem o valor baixo de 6.8 milibars; em outras épocas do ano chega a atingir o valor de 9.0 milibars. As pressões do local da sonda Viking 2 eram 7.3 e 10.8 milibars. Em comparação, a pressão média na Terra é 1000 milibars.

proposta 2

A NASA E A SUPOSTA VIAGEM À LUA

Recentemente o documentário "A Nasa pousou homens na Lua?" apresentado pela TV estadunidense Fox Networks ressuscitou as velhas dúvidas sobre se a Nasa realmente enviou astronautas à Lua entre 1969 e 1972. O programa afirmou que os EUA não tinham capacidade para ir à Lua, mas encenaram os pousos devido à corrida espacial com a Rússia durante a Guerra Fria e para "cumprir" a promessa de um presidente estadunidense, que havia se comprometido a colocar um homem na lua até o final da década de 1960. Curiosamente, no ano de 1978, o cineasta Peter Hyams (o mesmo de "Outland – Comando Titânio"), dirigiu o filme "Capricórnio Um", que conta a história de uma expedição ao planeta Marte que nunca aconteceu e que foi toda forjada para justificar os altos investimentos aplicados num projeto científico que não dera certo.
Diferentemente do que pode parecer à primeira vista, a suspeita de fraude não é motivada por motivos religiosos ou místicos, mas está embasada em informações e materiais fornecidos pela própria NASA. Esta suspeita de fraude também é muito antiga, remonta ao tempo da missão Apolo XI, que, supostamente, colocou o primeiro homem na Lua.
O MATERIAL FOTOGRÁFICO
Nas missões Apolo, a NASA utilizou câmeras Hasselblad de última geração. Normalmente, as Hasselblad são utilizadas para retratos, paisagens e fotos fixas.
Os astronautas levavam as câmeras montadas em uma unidade de controle presa ao peito. Possuíam uma lente teleobjetiva fixa de 250 mm, e a única coisa que tinham de fazer era direcionar a câmera para a posição correta sem se preocuparem com o foco. O cabo de disparo era difícil de ser manuseado devido às grandes luvas utilizadas, que dificultavam movimentos mais precisos. A NASA nunca explicou porque a praticamente totalidade das fotos feitas pelos astronautas serem retangulares (base maior que a altura) quando as câmeras Hasselblad tiram apenas fotografias quadradas (base igual a altura).
Além disso são diversas as anomalias verificadas nas fotos divulgadas pela NASA. A seguir são comentadas algumas.
PROVAS FÍSICAS (?)

A NASA sempre alegou que os cerca de 340 kg de amostras de rochas supostamente lunares seriam uma prova irrefutável da ida do homem para a Lua. Mas há quem diga que essas rochas poderiam ter sido forjadas em um forno de cerâmica de alta temperatura ou então, recolhidas em regiões inexploradas da Antártida.
UMA FILMAGEM NUNCA EXPLICADA

Uma das mais difundidas imagens da missão Apolo 11 é a filmagem da (supostamente) descida do primeiro astronauta na Lua. A filmagem foi feita de um ponto a aproximadamente 50 metros de distância do módulo lunar. Mas, se não havia nenhuma outra pessoa já na Lua, então quem fez as tais filmagens? A NASA nunca explicou quem ou como foram feitas estas imagens.

sábado, 4 de junho de 2011

quinta-feira, 5 de maio de 2011


Chama-se dinamómetro: um aparelho destinado a medir a rotação (rpm) e o binário produzidos por um motor. O aparelho faz um gráfico do binário e potência em função da rotação do motor.
Internamente,a maioria dos dinamômetros são dotados de uma mola que se distende à medida que se aplica a ele uma força. Esse equipamento ainda mensura o comportamento da carga alargada ou tensão por deformação, de uma mola, deslocamento do ar, ou extensão de ligas metálicas, que compreenderá em determinar o coeficiente de fricção entre os materiais. Sua resposta se dá em valores em newtons (N) ou em quilograma-força (kgf), como por exemplo 100gf=1 newton / 9,8 newtons =1kgf. Existem diversos tipos de dinamómetros, dos quais se destacam pela sua importância e aplicação: dinamómetro de Bekk que serve para determinar da resistência dinâmica do papel, dinamómetro de mola que é usado para medir o peso de um corpo e por último o dinamómetro hidráulico é basicamente utilizado para medir passos.
Os dinamómetros são muito úteis no desenvolvimento e preparação de motores, bem como apurar as perdas por atrito na transmissão de potência até às rodas.
Por exemplo, se o dyno mostrar que um determinado motor produz 400 N.m de binário, mas só transmite 350 N.m às rodas, então podemos tentar reduzir o atrito do conjunto caixa/transmissão de forma a minimizar as perdas.
Este tipo de equipamento é muito dispendioso. A título de exemplo, o custo de um banco de potência com todos os equipamentos necessários e a sua instalação poder orçar em 250.000€.